
Campanha de solidariedade para o dia internacional da mulher
Toda a renda será doada a ACC.
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1.Não fume
2.Não abuse de bebidas alcoólicas
5.Evite o consumo excessivo de açúcares, de gorduras, de carne vermelha, de porco e das processadas. Invista em uma dieta saudável, rica em verduras, legumes e frutas. .jpg)
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De acordo com os cientistas da IARC, tal classificação pode levar o comitê de saúde das Nações Unidas a rever suas recomendações para telefones móveis, mas os estudiosos reconhecem que ainda será necessária uma pesquisa mais aprofundada e de longo prazo antes que um parecer definitivo possa ser dado.
A grande dificuldade para configurar com exatidão uma relação de causa e efeito na questão da radiação dos celulares é que, como outros fatores ambientais, as características do risco à saúde requerem décadas de exposição antes que se possa examinar as consequências de forma inequívoca. Conforme o site da "CNN", a radiação nefasta dos celulares é do tipo não-ionizante, menos perigosa que a de uma máquina de Raio X, mas semelhante à de um forno de micro-ondas em baixa potência. O efeito compara-se ao de cozinhar o cérebro do usuário. E, com isso, além dos efeitos maléficos do desenvolvimento de câncer e tumores, vários outros podem ocorrer, já que o local onde se segura um celular contra a cabeça coincide com o lobo temporal, onde se situa a memória no cérebro humano.
Preventivamente, o manual de segurança do iPhone 4, da Apple, recomenda usá-lo a pelo menos 15mm do corpo ao se falar ao aparelho. No manual do Blackberry Bold essa distância aumenta para 25mm. Ou seja, ou o usuário adota permanentemente fones de ouvido, ou seu interlocutor terá que berrar para ser ouvido.
SÃO PAULO - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou na tarde desta quarta-feira, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, o ator Reynaldo Gianecchini. Ambos fazem tratamento no local - Gianecchini contra um câncer no sistema linfático e o ex-presidente contra um tumor na laringe. Acompanhado de dona Marisa Letícia, Lula esteve com o ator e sua mãe, Heloisa Helena Gianecchini, por cerca de meia hora, segundo o Instituto Lula.
A pesquisadora trabalhou dez anos para alcançar o resultado obtido agora. Em parceria com os alunos Cleber Torres, Renata Trinca e Carolina Maruyama, que há três anos estão com ela, foi possível aumentar em 19 vezes a sobrevida de apenas trinta dias do camundongo com tumor de Ehrlich, um câncer extremamente agressivo que acomete somente esse animal. O tratamento convencional tinha alcançado no máximo 80 dias.